domingo, 9 de agosto de 2009

Viagem a França 2

Dia 3 - Quinta-feira 6 Ago
Tinha ficado combinado que eu acordava meia hora antes daquela em que o Gil e o pai deviam levantar-se, para tomar banho. Assim, eu devia estar de pé às 8h em ponto, para que depois nos dirigíssemos à sala de pequeno-almoço do hotel e, posteriormente, à estação de comboio. No entanto, o pai (como sempre... hehehe) enganou-se e acabou por programar o despertador para tocar às 8h30, pelo que tivemos que tomar o pequeno-almoço à pressa, de forma a não perdermos o transporte para Le Mans.
Com dois croissants e algumas maçãs na mochila, roubados do hotel, viajámos rumo ao próximo destino ainda com remelas nos olhos.
Chegados a Le Mans, percebemos que a gare local não tinha sítio para guardar as malas dos viajantes e, após tentarmos que o fizessem nalgum dos hotéis da zona (sem sucesso), passeámos pelas ruas e ruelas medievais da cidade com o som das rodas na calçada atrás de nós. Foi uma chatice!
Às tantas, no centro histórico, encontrámos uma miúda simpática de uma agência qualquer de turismo que disse que, excepcionalmente, podia guardar ali a nossa bagagem, o que foi um alívio.
Almoçámos num restaurante cuja sala era foleira – mas a comida excepcional – e fomos ao Museu de Tessé (onde havia uma exposição interessante sobre o Antigo Egipto), deixando, pois, a Catedral para o fim.
Por volta das 18h30, fomos buscar as malas e descemos pela cidade até encontrarmos um supermercado, onde comprámos pão, bebidas, fruta e outras coisas que tais (que eu aproveitei para lavar na casa-de-banho da gare, já que tinha sido obrigada a pagar para a utilizar…) para jantarmos no comboio para Tours.
Apesar de velho, o comboio tinha mesas para a 2ª classe, coisa que nenhum dos outros até ao momento oferecia. Logo, foi perfeito para a nossa refeição improvisada.
Chegámos a Tours. Percorremos as ruas vazias até ao hotel. Hotel esse bastante… característico, digamos assim, pelo simples facto de pertencer a uma família chinesa (em que um dos dois filhos tem ar de tudo menos de heterossexual – não que eu tenha alguma coisa contra isso, mas enfim. Podia apaixonar-se pelo pai. hehehe). Após o check-in, subimos as escadas em caracol e preparámo-nos para o dia seguinte.

Dia 4 - Sexta-feira 7 Ago
Tomámos o pequeno-almoço na rua. Após um croissant com doce, um chocolate quente (café com leite para o pai e sumo de alperce para o Gil) e pão com manteiga, partimos à descoberta de Tours.
Dirigimo-nos, então, à agência de turismo, onde nos informámos acerca das excursões existentes para a visita de alguns dos muitos castelos da zona. Com muita papelada para digerir (e com a missão de lá regressar à tarde, para marcar o lugar numa das diversas excursões referidas), visitámos a Catedral de Tours (onde havia explicações de muitos dos vitrais, coisa que nenhuma das outras oferecia) e depois fomos até ao Museu das Belas-Artes que, infelizmente, fechava meia hora depois para o almoço. Portanto, decidimos almoçar e visitá-lo assim que reabrisse.
Após a visita, dirigimo-nos ao posto de turismo, onde marcámos a excursão aos castelos de Chenonceau e de Amboise para o dia seguinte de manhã. Fomos até ao centro histórico, onde mais tarde jantámos e comemos um gelado.
Recebi uma mensagem de um colega da LJSS, que me informava de um jantar no dia 13 – o do nosso regresso.

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