O dia de Versailles! Acordámos bem mais cedo que nos dias anteriores e tomámos o pequeno-almoço no quarto, antes de apanharmos o metro para o local de encontro da excursão que íamos realizar. O fiambre da minha sandes já estava podre, mas felizmente não tive problemas por causa dele.
Chegámos ao local onde se alugavam as bicicletas, que estava repleto de ingleses e americanos - infelizmente, só havia este tipo de passeio naquela agência, cuja gerência é americana, penso eu. Logo, toca a falar inglês em França...!
Conhecemos aquele que seria o nosso guia - um americano (que surpresa!) mal habituado ao calor europeu que passava a vida a mandar piadas para o pessoal se divertir.
Descemos, já de bicicleta, até à estação de comboio, para irmos rumo ao castelo mais visitado do País.
Após descobrirmos que uma das bicicletas tinha a pedaleira torta (e o pai ter que andar na bicicleta do guia, com as malas atrás - a rapariga a quem "pertencia" a estragada ficou com a do pai), chegámos a uma pequena cidade, onde fomos ao mercado comprar comida para o piquenique que nos esperava nos jardins do Paraíso de Luís XIV, XV e XVI (como dizia o guia, "Louis XIV built everything, Louis XV enjoyed everything, and Louis XVI payed for everything!").

Contudo, após um fracasso na reparação da bicicleta, o pai continuou com a do guia já sem bagagem, e este pedalou na estragada, com as malas atrás.
Vimos os Trianons por fora e fomos, finalmente, almoçar.
Comemos as delícias turcas que havíamos comprado e depois assistimos a um concurso de cuspidelas-de-caroços-de-cereja-para-o-Grande-Canal, com a participação do guia e de alguns miúdos do grupo (o Gil não quis fazer parte da brincadeira).
Continuámos, então, a nossa volta ao Canal - cujo comprimento é de um espantoso km e meio -, a caminho do castelo.
A bicicleta de um dos miúdos avariou (a segunda do dia, hein?) e a roda dianteira soltou-se, pois o eixo já tinha, provalvelmente, caído sem que ninguém desse por isso (e não foi encontrado).
Então, o pai levou a roda na parte de trás da sua bike e um outro senhor do grupo transportou o resto. O miúdo foi sentado na parte de trás da do guia.
Vimos o castelo um pouco a correr, no meio de um mar de gente superior a qualquer um que imaginem, mesmo ao do Louvre e do M. de Orsay, com um calor sufocante em todas as salas.
Viemos, então, de encontro às bicicletas, para regressarmos à estação e, posteriormente, a Paris.
Mas ainda ha mais:
Sem querer, obviamente, o Gil partiu o espelho de um carro ligeiramente mal estacionado na estrada por onde passámos. Como a empresa das bicicletas tem, supostamente, um seguro, não fizemos nada - o guia disse que depois contactava o dono do carro, blá blá blá. Acredito mesmo...! Mas enfim, não interessa. As culpas não caem em nós. :P
Após uma viagem de comboio com as camisolas encharcadas, estávamos de volta à capital francesa. Como agradecimento por toda a ajuda, o pai e o outro senhor receberam uma T-shirt da empresa das bicicletas. Que honra!
Depois de um banho, jantámos os restos do almoço em St. Suplice e comemos um Ben&Jerry's. Foi uma boa última noite na Cidade da Luz.
2 comentários:
bela viagem, Maria. Espero daqui a pouco vermos fotografias....
Até já, beijos.
Thanks :)
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